Colesterol alto: nozes, avelãs e amêndoas
Se existe um benefício maior das oleaginosas é sua contribuição para a saúde cardiovascular. As amêndoas e avelãs contêm ácidos graxos monoinsaturados, essenciais porque ajudam a controlar os níveis de colesterol no sangue. Já as nozes contêm óleos poli-insaturados do tipo ômega 3, os quais, além de reduzirem o colesterol, diminuem a pressão arterial e previnem outras doenças do coração. As avelãs diminuem os níveis de homocisteína, um aminoácido que pode danificar o revestimento das artérias. E os flavonoides (que se encontram na pele das amêndoas) também cuidam do coração.
Constipação: pistaches, macadâmias e nozes
Os pistaches têm uma porcentagem de 10,6% de fibras. As nozes contêm 6,5% e as nozes de macadâmia 5,3%.
Sobrepeso: amêndoas, avelãs e nozes
Ao contrário do que se pensa, as oleaginosas — em quantidades razoáveis — não são contraindicadas em casos de sobrepeso. Deve-se, sobretudo, a seu índice de saciedade. Se for ingerida uma quantidade de calorias na forma de oleaginosas a fome só virá bem mais tarde do que se ingerir essa mesma quantidade de calorias em outro tipo de alimento.
Gravidez: amendoins e avelãs
Na necessidade de ácido fólico deve-se consumir amendoins e avelãs. Os primeiros contêm 145 µg de folato (a forma natural do ácido fólico) em cada 100 gramas e, os segundos, 113. Também não despreze as nozes, com 91. As amêndoas, por sua vez, apenas 22. Uma vez que a ingestão diária recomendada em adultos é de cerca de 200 a 400 µg, a contribuição destas oleaginosas é considerável.
Diabetes: castanha de caju, amêndoas, pinhões e pistaches
As oleaginosas contribuem com uma quantidade importante de oligoelementos (minerais de que necessitamos em pequenas quantidades): magnésio, manganês, cálcio, fósforo, ferro, potássio, zinco, cobre e selênio, que são bons contra a resistência à insulina, o que evitaria o desenvolvimento do diabetes.
Prevenir a demência: amêndoas e avelãs
Amêndoas e avelãs ajudam a prevenir a perda cognitiva, provavelmente em consequência de tudo o mais: se protege do diabetes, da hipertensão, não engordam, melhoram a função do endotélio (tecido interno do coração e dos vasos sanguíneos) e a oxidação e inflamação, está favorecendo a função cognitiva. Agradeça também à vitamina E, que se associa a uma menor perda cognitiva pela idade.
Pele sem vida: amêndoas e avelãs
A qualidade antioxidante das amêndoas e avelãs influi em todas as células do organismo, incluindo as da pele: neutralizam os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento. É fotoprotetora, anti-inflamatória e contribui para cicatrizar ferimentos, entre outros benefícios.
Menstruações difíceis: pistaches
Pistaches podem aliviar a dor e irritabilidade durante o período menstrual. As vitaminas do grupo B são benéficas no tratamento dos sintomas da síndrome e da tensão pré-menstrual, que é o caso dos pistaches.
Render mais no esporte: amêndoas
As amêndoas regulam as reservas de carboidratos, a capacidade antioxidante, o transporte de oxigênio e o metabolismo. Em 2014, pesquisadores do Instituto Nacional de Medicina Desportiva da China fizeram um estudo curioso: pediram a um grupo de oito ciclistas bem treinados e a dois triatletas que consumissem 75 gramas de amêndoas por dia. E em seguida conduziram um acompanhamento de suas evoluções em uma pista de ciclismo, em sessões de 20 minutos. Depois de 10 semanas, tinham aumentado a distância percorrida nesse período de tempo em 1,7 quilômetros em média.
Dor nos ossos: amêndoas e pinhões
Amêndoas e pinhões são uma alternativa para complementar o cálcio da dieta; este interfere na mineralização óssea e na contração muscular. As amêndoas são as que mais contribuem com cálcio. Já os pinhões são ricos em zinco e este mineral pode favorecer a formação dos ossos (importante na idade de crescimento), estimulando a criação de células e a atividade das fosfatases (enzimas com alta presença nos ossos).
Fonte: Rádio Viva Zen

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